Recomendo esse post da InfoQ com entrevista com James Shore, assim como seu livro “A arte do desenvolvimento ágil”
InfoQ conversou com James sobre sua percepção de que a adoção de métodos ágeis estã crescendo de forma errada… , não percam o post !
[Trecho]
As pessoas estão dizendo, "Queremos ser ágeis", e então buscam a forma mais barata e rápida, e como resultado, esta transformação não estão tornando a vida delas nada fácil. Em muitos casos, estão tornando a vida pior.
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O que eu vejo é que a palavra ágil se tornou um jargão, e agora "ser ágil", tornou-se o objetivo. Porém, se "ser ágil" é o objetivo, você pode simplesmente fazer qualquer coisa, por mais anormal que seja, colocar a palavra "ágil" e declarar sucesso, mas sem realmente ter feito nada que melhorasse a forma de trabalho.
O objetivo do movimento ágil não é "se tornar ágil", mas sim produzir sistemas que tenham valor e que façam o que se propõem de maneira eficaz, flexível e humana.
Interessante mesmo.
ResponderExcluirUma vez vi um diagrama sobre inovação, no qual mostrava que toda nova tecnologia/metodologia/processo chega num momento em que fica popular até mesmo para os late-adopters e aí o que acontece é que tais pessoas e empresas procuram um _produto_ que sirva como forma de introduzir algo que na verdade é uma mudança de cultura, de processos etc. Ou seja, surgiu um mercado de gente querendo "comprar" métodos ágeis, na forma de cursos, na forma de software, de consultoria etc. E por outro lado aparece um mercado disposto a vender tais promessas, claro.
Enquanto isso, os early adopters já estão buscando soluções para os próximos problemas, que 5 anos depois vão tb virar produtos, livros..é um ciclo eterno.
Ta aí uma preocupação muito importante.
ResponderExcluirInfelizmente o modismo traz este tipo de problema.
O que nem todos sabem é que ágil não remete a leveza ou facilidade. Um processo ágil de verdade é mais encorpado do que muito do que se vê por aí.